Quanto custa um website para uma empresa em Portugal em 2026
Preços reais de um website para PME em Portugal: construtor, freelancer, agência e à medida. A matemática a 36 meses, com faixas concretas e critérios.
“Quanto custa um website?” é a pergunta que toda a gente faz e quase ninguém responde com números. Pedes orçamento a três sítios e recebes três silêncios seguidos de “depende, vamos marcar uma reunião”. Este artigo dá os números primeiro e a reunião depois.
Vamos ser concretos. Falamos de um site institucional de uma PME portuguesa: cinco a sete páginas, responsivo, com SEO de base, formulário de contacto e talvez bilingue. Não uma loja online, não uma aplicação. A brochura digital que 90% dos negócios precisa.
As quatro vias e o que custam mesmo
Há quatro formas de pôr esse site no ar, e o preço varia mais de dez vezes entre elas.
Construtor faz-tu-mesmo (Wix, Squarespace, WordPress). O plano que serve para um negócio anda nos 15 a 25 euros por mês, mais o domínio. Em dinheiro, é o mais barato: cerca de 200 a 350 euros por ano. O custo real está no teu tempo. Vais passar dezenas de horas a lutar com templates, a perceber porque é que o site está lento, e a descobrir que a versão telemóvel ficou torta. Sai barato em euros e caro em fins de semana.
Freelancer com template. Alguém pega num tema comprado, troca as cores e o logótipo, e entrega. Anda entre 500 e 1.500 euros, uma vez. Resolve-te o problema sem o teu tempo, mas ficas com um site que se parece com outros mil, difícil de evoluir, e muitas vezes sem ninguém para ligar quando algo parte seis meses depois.
Agência tradicional. Aqui os números saltam. Um site institucional de PME numa agência clássica em Portugal anda entre 3.000 e 10.000 euros, e os premium passam disso com facilidade. Parte do valor é trabalho real. Outra parte é estrutura: account managers, reuniões a dobrar, e uma camada de intermediários entre ti e quem escreve o código. Pagas a brochura digital e a orgânica toda por cima.
À medida sem a gordura da agência. É onde nos posicionamos. Construímos com as mesmas ferramentas das agências, mas com uma equipa pequena que falas pelo nome e um pipeline que nos torna mais rápidos. As nossas faixas para website são públicas, ao contrário do “depende”:
- Site simples, uma a três páginas: 400 a 800 euros.
- Site standard, quatro a seis páginas, design próprio, bilingue, SEO completo: 600 a 1.200 euros.
- Site premium, sete páginas ou mais, multilingue, blog, integrações: 1.200 a 2.500 euros.
A mesma brochura digital de cinco páginas custa 600 euros numa ponta e 6 mil na outra. A diferença raramente está no site. Está em quem o vende.
O que está escondido no preço
O número da proposta não é o custo total. Há recorrências que ninguém menciona na primeira reunião:
- Domínio: 15 a 20 euros por ano para um
.pt. Inevitável e barato. - Alojamento: num site moderno e estático, pode ser zero a 20 euros por mês. Algumas agências revendem-te alojamento caro como se fosse um serviço premium.
- Manutenção: atualizações, monitorização, pequenas alterações. Faixa real entre 50 e 500 euros por mês conforme o que incluis. A chave é que seja opcional, não uma coleira. Se o site é teu e o código também, podes sair quando quiseres.
A pergunta certa não é “quanto custa o site”. É “quanto me custa ter este site a funcionar daqui a três anos”.
A matemática a 36 meses
Põe tudo numa folha e olha para o total a três anos, não para o orçamento inicial.
- Construtor faz-tu-mesmo: 36 meses a 20 euros são 720 euros, mais o teu tempo. Se contares as tuas horas a qualquer valor, é a opção mais cara das quatro.
- Agência tradicional: 5.000 euros de partida mais 150 por mês de manutenção dão 10.400 euros a 36 meses. E ficas dependente deles para cada vírgula.
- À medida sem gordura: 800 euros por um site standard, manutenção opcional. Se geres tu o conteúdo, ficas em centenas, não milhares. Se preferes que tratemos, somas a manutenção que escolheres, e mesmo assim ficas abaixo da agência.
É a mesma lógica que fizemos com a conta das cinco mensalidades de SaaS: o preço de etiqueta engana, o custo a 36 meses não.
Quando cada via faz sentido
Não há resposta única, e seria desonesto fingir que há.
O construtor faz-tu-mesmo serve se o site é secundário no teu negócio, tens tempo e gosto para o fazer, e nunca vais precisar de nada fora do template. Para muitos negócios em arranque, é a escolha certa. Não gastes mais do que precisas.
O à medida compensa quando o site é parte de como ganhas clientes, quando a velocidade e o SEO mexem na tua faturação, quando queres algo que não se pareça com a concorrência, ou quando já perdeste tempo a fugir das limitações de um construtor. A partir daí, pagar uma agência o triplo pelo mesmo resultado deixa de fazer sentido.
Conclusão
Um website para uma PME em Portugal custa entre umas centenas e uns milhares de euros, e a diferença está mais em quem o vende do que no que é entregue. As nossas faixas estão à vista de propósito: 400 a 2.500 euros conforme a dimensão, com manutenção opcional e o código sempre teu. Vê também o que fazemos para perceber onde um site se encaixa no resto.
Se queres um número para o teu caso concreto, o diagnóstico digital gratuito inclui meia hora para fazer esta conta contigo, sem compromisso de seguires connosco depois.